flows.md · documentação
Links#
Três jeitos de ligar uma coisa a outra sem escrever o endereço inteiro, e o que cada leitor vê.
Uma página pelo nome#
Escreva o nome de outra página entre colchetes duplos, como nos apps de notas:
[[Roadmap]]
[[Roadmap|o plano do trimestre]]
[[Roadmap#Próximos passos]]
[[~/trabalho/roadmap]]
Ao salvar, cada um que aponta para uma página vira um link comum para o endereço dela — [o plano do trimestre](/@ana/trabalho/roadmap) — e o texto continua legível em qualquer leitor de Markdown. Mover a página reescreve o link, como qualquer outro.
O nome é o título da página ou a última parte do endereço, no mesmo espaço. Vale a mais próxima: primeiro as páginas dentro desta, depois as do lado, depois as do lado de cada página acima. Se nenhuma está tão perto, vale a única do espaço com aquele nome. Duas igualmente perto não são adivinhadas: o [[…]] fica como foi escrito, e quem escreveu pelo MCP recebe as candidatas.
Só contam páginas que quem escreveu pode abrir, e as palavras do link são as que a pessoa escreveu, nunca o título da outra página. Numa tabela, escreva a barra assim: [[Roadmap\|o plano]]. Dentro de código nada muda.
Palavras que viram link sozinhas#
Um espaço pode dizer que certas palavras são nomes de coisas em outro lugar: #511 é um pull request, TICK-42 é um chamado. Crie no espaço uma coleção chamada link-patterns:
```@schema collection:link-patterns
pattern text
url text
scope text
use text
active boolean default:true
```
e uma linha por padrão:
| pattern | url | scope |
|---|---|---|
#{num} |
https://github.com/acme/app/pull/{num} |
|
TICK-{num} |
https://tickets.example.com/browse/TICK-{num} |
|
#{num} |
https://github.com/acme/site/pull/{num} |
~/site |
{num} é um número; {id} são letras e números. O texto da página nunca muda: o link aparece quando a página é mostrada, então corrigir um padrão corrige todas as páginas de uma vez. Uma palavra grudada (issue#511, #511a), o que está dentro de código e um link que você já escreveu ficam como estão.
Com scope, o padrão vale naquela página e nas de dentro, e o mais próximo vence — como um tema. Uma linha só com use: /@outro traz os padrões de outro espaço, quando eles são públicos ou quem escreveu a linha pode lê-los. A coleção precisa aceitar linhas só de quem escreve no espaço; uma linha que nunca poderia virar link é recusada na hora, com o motivo.
Quem vê o quê#
-
Citada em. No fim de cada página, a lista das páginas que apontam para ela — só as que quem lê pode abrir. O MCP responde o mesmo em
backlinks. - Um link para uma página fechada para quem lê aparece como as palavras de quem escreveu, sem link, igual a um link para uma página que não existe. O endereço e o título da página fechada não chegam a quem não pode abri-la.
-
Um
[[…]]que não achou página aparece como as palavras, e vira link sozinho quando a página passa a existir para quem lê.